segunda-feira, 25 de junho de 2018

Segunda-feira

O tempo morre jovem
na esquina do beco
voltando pra casa
se depara com a morte
que segue seu passo

Quando o rio seca e a
noite chega, o medo
desconserta o aparo da
sorte

É triste sentir o vazio
preencher o estomago

É triste sonha e voltar
a realidade.

Ontem e hoje sempre se
acabando como a fogueira,
sobrando as cinzas que o vento
leva pra algum lugar

Ninguém pensa em morrer
embora traga essa marca desde
nascença. Ninguém quer olhar
pra trás e ver um corpo caído.
Ninguém quer abrir os olhos
depois da queda triunfal do ego.
Ninguém suporta a perda.

Ninguém nunca se prepara!

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