O tempo morre jovem
na esquina do beco
voltando pra casa
se depara com a morte
que segue seu passo
Quando o rio seca e a
noite chega, o medo
desconserta o aparo da
sorte
É triste sentir o vazio
preencher o estomago
É triste sonha e voltar
a realidade.
Ontem e hoje sempre se
acabando como a fogueira,
sobrando as cinzas que o vento
leva pra algum lugar
Ninguém pensa em morrer
embora traga essa marca desde
nascença. Ninguém quer olhar
pra trás e ver um corpo caído.
Ninguém quer abrir os olhos
depois da queda triunfal do ego.
Ninguém suporta a perda.
Ninguém nunca se prepara!
segunda-feira, 25 de junho de 2018
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