domingo, 14 de julho de 2024

Coração batendo na palma de minha mão

 Continuo nutrindo paixões efêmeras que não duram sequer 1 mês completo e isso tem me mantido viva por muito tempo em imaginários. 

A coisa onírica, intocável, fugaz, surgindo diante dos olhos como miragem e indo embora como tornado, deixando tudo bagunçado.

Gosto de sentir as pequenas vontades de pular no mar revolto, lamber a pele salgada, cheia de areia e mastigar o invisível da noite escura.

Pra mim é vertiginoso demais enxergar na poeira das coisas a beleza ardente de uma pessoa qualquer que desperta calminhos desejos em contidas esperanças de um dia quem sabe tocar os lábios com os dedos para sentir palpitar o coração que nem cavalo corredor preste a vencer.

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