segunda-feira, 20 de julho de 2015

Vou te deixar















Guardada aqui, no fundo de mim.
Nas profundezas que ocultam a luz.
Na interrogação simplória que a noite se fez.
Certamente, o raiar do dia que ia, ia, ô!

Na palma da mão que bate o coração.
Solado do pé, que o samba dita.
Rima incompleta que passa despercebida.
Como o beijo que não me roubou...
[...] Calada! Para que descubra o silêncio que
Completa o tagarelar do palpitar.

Imensos céus e mares, e um peito cheio de amor... E dor

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