Vestia seda e suas tetas apontavam para mim
como mil canhões de guerra. Quisera eu sugar-te
no meio do mundo; ficarão mudos diante do insulto
a sanidade e castidade posta.
A saliente saliva escorre; volúpia, encharca-me-a calcinha,
Umidade na seca que finda-se. Lambe este rio que corre
prestes a te inundar por inteira, minha deusa de lascívias unhas.
Entre minhas pernas dardeja com afeto e ritmo,
acaricia minha cona e roça teus belos seios
na minha coxa, Oh minha santa lúbrica.
Me deixa descarregar sob o teu corpo e
embeberdar-te com o meu licor, sou negra nagô
E declaro-te minha labuta mais gostosa!
quarta-feira, 2 de dezembro de 2015
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