No pulso distante que meu coração tange, sinto o amargo,
e o doce me vem como uma leve brisa, trazendo de longe o perfume
de meu bem.
Por hora acesso às memórias do que restou do amargo e o fúnebre
frio desta chuva rasga-me impiedosamente.
Contento olhar as estrelas que aparecem de vez em quando no céu.
Suporto aquilo que traga minha consciência e deixá-la cair me parece
cruel.
Oh, há tanta lama nessa cidade...
Oh, quão perturbante é o desejo...
O centro está coberto de amor, mas
acima dele existe um monstro que culpa
e corrompe as mãos frágeis daqueles que
não sabem ler.
O pulso cortante
Coração acelerado
Caracóis lerdos em meu estomago.
Receita para viagens longas:
- Alguém que não me cuspa, nem engula.
- Que aprecie a minha maneira de deitar sobre
os cacos e sangrar...
- Aceitando o que é doer, e sentindo por dentro
o abrasar do amor: tão valente, corajoso; sem cantar Vitória!
quarta-feira, 27 de março de 2019
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