Não dá pra tocar o amanhecer
Estou andando em pastos verdejantes como o garrote pequeno. Transeunte em pensamentos, distante e ainda sim perpetuando minha voz no horizonte.
Ouço brilho constante feroz que a minha cor resplandece nas lacunas da cidade desfazendo feitiços nascituros
Em cachoeira deslizando, soturna, amante, desconhecida, faminta em ausente medo e o lugar que habito agora não me pertence
Meu sonho acordado em fúria me entrelaça, serpenteando as paixões pela terra e desmanchando o fardo do lânguido sonho pelas coisas materiais.
A oração de minha mãe tem livrado do meu caminho a perversidade dos homens
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