sábado, 13 de julho de 2024

O pueril da palavra

Não dá pra tocar o amanhecer

Estou andando em pastos verdejantes como o garrote pequeno. Transeunte em pensamentos, distante e ainda sim perpetuando minha voz no horizonte.

Ouço brilho constante feroz que a minha cor resplandece nas lacunas da cidade desfazendo feitiços nascituros

Em cachoeira deslizando, soturna, amante, desconhecida, faminta em ausente medo e o lugar que habito agora não me pertence 

Meu sonho acordado em fúria me entrelaça, serpenteando as paixões pela terra e desmanchando o fardo do lânguido sonho pelas coisas materiais. 

A oração de minha mãe tem livrado do meu caminho a perversidade dos homens

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