a solidão e a tristeza da corrente
em seu pescoço; tentativa de fuga
ou um carinho qualquer…
Pela combobó observo sem saber
o que fazer. Havia um balde de água
e amarrado a um pé de mangueira
ainda juvenil, o cão pula, quase
verbaliza seu desespero ali…
O choro do cão violenta meus ouvidos
e o sol que tine em meu corpo revela
que ter dó é uma vontade de exterminar
a culpa, sentir menos remorso em não
poder fazer absolutamente nada.
Sigo meu caminho
Agora o cão descansa na areia
e quem sabe mais tarde, torna a
grunhir a revelia de seus donos.