No silêncio que o corpo desentende
Vazia ruas e avenidas, becos.
Histórias contadas
Vozes ecoando
Um foco.
Calar!
O sentido, centímetros do peito.
Ar que passa perto do ouvido
Quando os olhos atentam, avistam
Vislumbram e caem.
Quero afundar a nau que me conduzia
para superfície sem sequer me saber
E o caminho que estava feito, tornou-se
Pássaro vivo.
Sinto profundas tristezas ligeiras
querendo passagem
Fazendo sala aonde chego.
Oh.
quarta-feira, 14 de agosto de 2019
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