No silêncio que o corpo desentende
Vazia ruas e avenidas, becos.
Histórias contadas
Vozes ecoando
Um foco.
Calar!
O sentido, centímetros do peito.
Ar que passa perto do ouvido
Quando os olhos atentam, avistam
Vislumbram e caem.
Quero afundar a nau que me conduzia
para superfície sem sequer me saber
E o caminho que estava feito, tornou-se
Pássaro vivo.
Sinto profundas tristezas ligeiras
querendo passagem
Fazendo sala aonde chego.
Oh.
quarta-feira, 14 de agosto de 2019
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Não é sobre amor, mas ainda sim sobre amar
Identificar em si o que do outro não é seu, e não sentir-se culpado por isso. É realmente frustrante se deparar com situações que nos coloca...
-
penso em escrever no contorno dessas linhas a tensão que o verbo existir me causa. o humaninho idiota como eu que passa o dedo na tela, na i...
-
Nas vielas do pensamento nenhum alento tudo correndo lento aqui por dentro Falo o que penso Caminho atento Não tenho sossego As coisas ...
-
Continuo nutrindo paixões efêmeras que não duram sequer 1 mês completo e isso tem me mantido viva por muito tempo em imaginários. A coisa ...
Nenhum comentário:
Postar um comentário