Semi-aberto olhos...
Vou contar como cresce o maracujá
Primeiro o pé pequeno
Ramo por ramo, terra.
Folha, perna, mão e galhos.
Rasgo firme, plantado...
Pergunto ao maracujá qual seu desejo.
Bem, as plantas frutíferas ainda não aprenderam a falar, como os bichos.
Mas ao responder, pareceu assustado.
Moveu-se de lado conforme batia o vento
Ficou esquivando e oscilando.
A ventania de agosto e setembro certamente nos movimenta para algum lugar e também por este motivo, sentir-se adventício não significa permanecer... Variações são necessárias, assim como adulbo.
Quem o diga
Maracujá
Nasceu e trepando pela parede, segurando com braços fortes ao que lhe dar segurança para crescer e florescer.
Tem vento que balança o pé e brevemente cessa. A raiz desejou com tanto afinco e confiou nas mãos de quem plantou.
O maracujá colhido maduro e azedume, dar cor, cheiro e vida ao jardim.
quinta-feira, 15 de agosto de 2019
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Em minhas mãos
Meu sussurro na noite é oração despercebida Tenho dentro de mim vontade incessante não preciso de briga Ando pela avenida sem pressa corr...
-
penso em escrever no contorno dessas linhas a tensão que o verbo existir me causa. o humaninho idiota como eu que passa o dedo na tela, na i...
-
Estou por um triz se uma palavra sai equivocada Estou por um triz quando a atitude machuca Estou por um triz sensação turva Estou por ...
-
Nas vielas do pensamento nenhum alento tudo correndo lento aqui por dentro Falo o que penso Caminho atento Não tenho sossego As coisas ...
Nenhum comentário:
Postar um comentário